A década dos 30, foi decisiva para a participação feminina na política, exatamente em a lei criada 1932 deu o direito a mulher de votar e ser votada. Isso foi definitivo para a democracia no BraIMAGEM-MAIS_MULHERES_NO_PODER_FOTO10sil.

Mas historicamente a média no Brasil de participação feminina nas eleições é baixa respeito com outros países. As causas podem ser inumeráveis, mas uma delas foi que antes de 1995 não existia nenhuma lei para reservar vagas para a participação feminina dentro da politica. Diante disso o governo em 1995 aprovou a Lei n. 9.100, que assegurava 20% das vagas de cada partido ou coligação para a participação feminina.

Mas essa lei não se cumpria como era devido, em decorrência disso foi aprovada a Lei n. 12.034 em 2009 que alterou a redação da Lei n. 9.504, e o fato principal foi a disposição de um mínimo de 30 % da participação feminina em cada partido ou coligação. Dessa forma a partir de 2010 os partidos eram obrigados a cumprir com o mínimo de vagas.

A nova lei criou polêmica e foi duramente questionada. O problema principal que alegavam os partidos, era que não possuíam nos seus quadros, essa porcentagem de participação feminina.

Mas a posição do Tribunal Superior Eleitoral era de se manter firme no cumprimento da nova lei.

Respeito a participação propriamente dita, desde 1995  a participação feminina na política cresceu rapidamente. Até o dia de hoje, que temos para o cargo político mais alto da nação, o de presidente da República, uma mulher.

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